O acidente ocorrido em 28 de março de 1979, na usina nuclear de Three Mile Island, estado da Pensilvânia nos Estados Unidos, foi causado por falha do equipamento devido o mau estado do sistema técnico e erro operacional. Houve corte de custos que provocaram economicamente na manutenção e troca de material. Mas, principalmente apontaram-se erros humanos, com decisões e ações erradas tomadas por pessoas despreparadas.
O acidente desencadeou-se pelos problemas mecânico e elétrico que ocasionaram a parada de uma bomba de água que alimentava o gerador de vapor, que acionou certas bombas de emergência que tinham sido deixadas fechadas. O núcleo do reator começou a se aquecer e parou e a pressão aumentou. Uma válvula abriu-se para reduzir a pressão que voltou ao normal. Mas a válvula permaneceu aberta, ao contrário do que o indicador do painel de controle assinalava. Então, a pressão continuou a cair e seguiu-se uma perda de líquido refrigerante ou água radioativa: 1,5 milhão de litros de água foram lançados no rio Susquehanna. Gases radioativos escaparam e atingiram a atmosfera. Outros elementos radioativos atravessaram as paredes.
Um dia depois foi medido a radioatividade em volta da usina que alcançava até 16 quilômetros com intensidade de até 8 vezes maior que a letal. Apesar disso,o governador do estado da Pensilvânia iniciou a retirada só dois dias depois do acidente. O governador Dick Thornburgh aconselhou o chefe da NRC, Joseph Hendrie, a iniciar a evacuação "pelas mulheres grávidas e crianças em idade pré-escolar em um raio de 5 milhas ao redor das intalações". Em poucos dias, 140.000 pessoas haviam deixado a área voluntariamente.
20 maio, 2010
18 maio, 2010
Efeitos da Radioterapia
Efeitos colaterais da radioterapia: Se você está recebendo uma baixa dose de radioterapia pode não notar qualquer efeito colateral, mas aqueles que recebem altas doses de tratamento devem esperar tê-los. Quais são eles, e sua gravidade, dependem em parte da extensão do corpo sendo tratado, a dose da radioterapia e também da sensibilidade individual ao tratamento.
Os efeitos colaterais mais comuns ocorrem durante ou imediatamente após o tratamento e têm curta duração, quando são descritos como sendo agudos. Geralmente desaparecem rapidamente após o tratamento. Poucas pessoas podem desenvolver os chamados efeitos colaterais tardios, que não se tornam aparentes até vários meses ou às vezes anos após o tratamento. Esses efeitos podem ser duradouros (crônicos) ou mesmo permanentes. É raro os efeitos duradouros serem incômodos, mas pequenos riscos são justificáveis quando o objetivo é a cura.
Os efeitos colaterais da radioterapia variam de pessoa para pessoa e dependem fundamentalmente da área irradiada.
Se a área irradiada for a cabeça, pode ocorrer queda de cabelo localizada. Quando a boca ou o esôfago estiverem próximos às áreas tratadas, certo grau de inflamação da mucosa que as reveste está previsto, podendo haver dificuldades na alimentação. Nos casos em que o abdome é irradiado, o intestino costuma ser alcançado pela radiação, o que pode determinar diarréia. A irradiação do quadril e de grandes áreas da coluna compromete a produção das células do sangue, podendo exigir do paciente alguns cuidados adicionais.
Náuseas e, mais raramente, vômitos podem ocorrer, principalmente nas irradiações do abdome. É comum que a pele que recobre a área irradiada apresente problemas. Vermelhidão, ardor, prurido e escurecimento da pele são relatados com certa freqüência.
Os efeitos colaterais podem ser exacerbados nos casos em que quimioterapia e radioterapia são aplicadas simultaneamente.
Os efeitos colaterais mais comuns ocorrem durante ou imediatamente após o tratamento e têm curta duração, quando são descritos como sendo agudos. Geralmente desaparecem rapidamente após o tratamento. Poucas pessoas podem desenvolver os chamados efeitos colaterais tardios, que não se tornam aparentes até vários meses ou às vezes anos após o tratamento. Esses efeitos podem ser duradouros (crônicos) ou mesmo permanentes. É raro os efeitos duradouros serem incômodos, mas pequenos riscos são justificáveis quando o objetivo é a cura.
Os efeitos colaterais da radioterapia variam de pessoa para pessoa e dependem fundamentalmente da área irradiada.
Se a área irradiada for a cabeça, pode ocorrer queda de cabelo localizada. Quando a boca ou o esôfago estiverem próximos às áreas tratadas, certo grau de inflamação da mucosa que as reveste está previsto, podendo haver dificuldades na alimentação. Nos casos em que o abdome é irradiado, o intestino costuma ser alcançado pela radiação, o que pode determinar diarréia. A irradiação do quadril e de grandes áreas da coluna compromete a produção das células do sangue, podendo exigir do paciente alguns cuidados adicionais.
Náuseas e, mais raramente, vômitos podem ocorrer, principalmente nas irradiações do abdome. É comum que a pele que recobre a área irradiada apresente problemas. Vermelhidão, ardor, prurido e escurecimento da pele são relatados com certa freqüência.
Os efeitos colaterais podem ser exacerbados nos casos em que quimioterapia e radioterapia são aplicadas simultaneamente.
16 maio, 2010
As entidades não governamentais ambientais e sociais reunidas na coalizão “Grupo de Trabalho de Energia” reprovam a construção de Angra 3, bem como qualquer outro investimento em energia nuclear, porque:
1. a tecnologia nuclear é perigosa, já causou acidentes graves como o de Tree Miles Island, nos EUA, e Chernobil, na Ucrânia, com milhares de mortes, doentes, e com perda de grandes áreas, e porque continuam apresentando graves riscos para toda a humanidade;
2. reatores nucleares e instalações complementares geram grandes quantidades de lixo nuclear que precisam ficar sob vigilância por milhares de anos;
3. não se conhecem técnicas seguras de armazenagem do lixo nuclear gerado. Optou-se, nos reatores Angra 1 e Angra 2, por estocar o resíduo dentro do prédio do reator, uma solução provisória e arriscada, já que o próprio Relatório de Impacto Ambiental de Angra 2 reconhece que não há espaço suficiente para a estocagem de todo o lixo nuclear que será gerado durante a vida útil do reator no interior de seu vaso de contenção;
4. os custos da energia nuclear são altíssimos, maiores que os da hidroeletricidade e de fontes renováveis como a co-geração com resíduos de biomassa e os coletores eólicos. A indústria nuclear afirma que até agora já foram investidos US$1,2 bilhão em Angra 3 e que são necessários mais US$1,7 bilhão para o término da obra. Estes números em si já estratosféricos são, no entanto, modestos se considerarmos os custos reais da implantação deste tipo de obra. Estudos do IEE-USP mostram que Angra 2, usina irmã de Angra 3, custou aproximadamente US$10 bilhões quando considerados os custos financeiros e outros relativos ao acordo nuclear Brasil-Alemanha do qual fazem parte as usinas de Angra 2 e 3;
5. a energia gerada pela eventual usina de Angra 3, assim como a gerada em Angra 1 e 2, será subsidiada pelo Tesouro Nacional nos termos da lei que obriga o Tesouro a arcar com os custos da energia nuclear que excedam os custos marginal de expansão do sistema elétrico, calculado com base nos novos aproveitamentos hidrelétricos a serem construídos, fazendo com que todos os brasileiros de qualquer geração e que consumam ou não energia elétrica, paguem pelo desejo dos militares que em 1975, no auge dos governos totalitários, decidiram que um acordo com a Alemanha e a construção de várias usinas nucleares poderiam ser a saída para a construção de armamento nuclear brasileiro;
6. a energia nuclear passa no momento por uma moratória branca em todos os países do mundo. No caso particular da Alemanha, país que forneceria os equipamentos para a eventual Angra 3, o governo central decretou o abandono da tecnologia a partir de 2030.
fonte : http://www.agirazul.com.br/123/noticias/00000039.htm
1. a tecnologia nuclear é perigosa, já causou acidentes graves como o de Tree Miles Island, nos EUA, e Chernobil, na Ucrânia, com milhares de mortes, doentes, e com perda de grandes áreas, e porque continuam apresentando graves riscos para toda a humanidade;
2. reatores nucleares e instalações complementares geram grandes quantidades de lixo nuclear que precisam ficar sob vigilância por milhares de anos;
3. não se conhecem técnicas seguras de armazenagem do lixo nuclear gerado. Optou-se, nos reatores Angra 1 e Angra 2, por estocar o resíduo dentro do prédio do reator, uma solução provisória e arriscada, já que o próprio Relatório de Impacto Ambiental de Angra 2 reconhece que não há espaço suficiente para a estocagem de todo o lixo nuclear que será gerado durante a vida útil do reator no interior de seu vaso de contenção;
4. os custos da energia nuclear são altíssimos, maiores que os da hidroeletricidade e de fontes renováveis como a co-geração com resíduos de biomassa e os coletores eólicos. A indústria nuclear afirma que até agora já foram investidos US$1,2 bilhão em Angra 3 e que são necessários mais US$1,7 bilhão para o término da obra. Estes números em si já estratosféricos são, no entanto, modestos se considerarmos os custos reais da implantação deste tipo de obra. Estudos do IEE-USP mostram que Angra 2, usina irmã de Angra 3, custou aproximadamente US$10 bilhões quando considerados os custos financeiros e outros relativos ao acordo nuclear Brasil-Alemanha do qual fazem parte as usinas de Angra 2 e 3;
5. a energia gerada pela eventual usina de Angra 3, assim como a gerada em Angra 1 e 2, será subsidiada pelo Tesouro Nacional nos termos da lei que obriga o Tesouro a arcar com os custos da energia nuclear que excedam os custos marginal de expansão do sistema elétrico, calculado com base nos novos aproveitamentos hidrelétricos a serem construídos, fazendo com que todos os brasileiros de qualquer geração e que consumam ou não energia elétrica, paguem pelo desejo dos militares que em 1975, no auge dos governos totalitários, decidiram que um acordo com a Alemanha e a construção de várias usinas nucleares poderiam ser a saída para a construção de armamento nuclear brasileiro;
6. a energia nuclear passa no momento por uma moratória branca em todos os países do mundo. No caso particular da Alemanha, país que forneceria os equipamentos para a eventual Angra 3, o governo central decretou o abandono da tecnologia a partir de 2030.
fonte : http://www.agirazul.com.br/123/noticias/00000039.htm
Assinar:
Postagens (Atom)